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A mostrar mensagens de Outubro, 2017

Cardeal-Patriarca apela à participação na Caminhada pela Vida

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PATRIARCADO-LISBOA.PT      30.10.2017
A iniciativa está marcada para 4 de Novembro em Lisboa, Porto e Aveiro. Em declarações à Renascença, D. Manuel Clemente diz que os cristãos têm obrigação de participar, porque só podem estar ao lado da defesa da vida. E este, sublinha, é o momento oportuno para o mostrarem.

O Cardeal Patriarca de Lisboa, e presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, considera muito importante os cristãos participarem na próxima Caminhada pela Vida, marcada para sábado. Ouvido pela Renascença, diz mesmo que “não poderá ser de outra forma” porque, “sendo cristãos, só podem estar deste lado, que é o lado onde está Jesus Cristo. Em qualquer página do Evangelho nós reparamos que onde Ele chega, chega a vida. Mesmo quando havia morte, e sobretudo para prevenir situações negativas, que não deixam as pessoas viver”. “O lugar dos cristãos é o lugar de Cristo, é o lugar da vida, na sua integralidade”, diz ainda D. Manuel Clemente, que acrescenta: “Nós acreditamos que De…

O nosso Halloween (ou o pão por Deus revisitado)

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INÊS FONSECA                          29.10.2017


Começámos há dois anos. Na manhã do dia de Todos os Santos chovia, e, para entretermos as nossas Filhas antes da Missa, propusemos que se mascarassem de Santas. Rimo-nos com elas, disfarçadas de Santa Clara e de Nossa Senhora das Graças por cima dos pijamas do Frozen. No ano seguinte, o Capelão do colégio delas explicou que o Halloween não era uma tradição portuguesa. Ficaram divididas entre o Capelão e tudo o que lhes entrava pelos olhos, nas lojas e na televisão. A antecipação da mascarada e da recolha de gulodice punha o Halloween em vantagem relativamente ao Capelão. Nós também hesitámos, sobretudo por causa do velho elefante que teima em aparecer lá em casa e que se chama "Qual é o mal? No fundo, no fundo, divertem-se e não têm que chegar a saber o sentido daquilo". Mas, levando a sério o repto do Capelão, arriscámos propor uma alternativa. Convidámos os primos para virem cá a casa na véspera de Todos os Santos, a noite do Ha…

O POVO recomeda: This is Us

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- "Sabem o que é que vende tanto como sexo?" dizia-nos no outro dia um padre nosso amigo.
- "A Família."


Que seja verdade vê-se bem na resposta impressionante do público a esta série nos Estados Unidos. É que esta família está a vender, e bem, e por duas boas razões: o Pai e a Mãe.

Chegada à 2ª temporada, 'This is us' surpreende pelo foco que dá à vida 'normal' de uma família. Claro que são retratados pelo meio, assuntos estratégicos da sociedade americana (o racismo, a obesidade...), mas acima de tudo, surpreende pelos retratos do Pai e da Mãe. 


Sobre o pai, disse numa entrevista o actor desse papel:  "Ele não quer ouvir o médico falar dos riscos. Não. Três filhos e uma mulher saudável - É isto. Mas vamos vê-lo evoluir e ganhar consciência do sentido real da sua vida." É para lá do optimismo inicial. Aprofunda o sentido de responsabilidade que é precisa para educar aquela família, suportar aquela família, talvez até morrer por aquela família…

Amesterdão tem uma nova solução para o excesso de turismo

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VOLTAAOMUNDO.PT      27.10.2017 Ao contrário de cidades como Barcelona, Veneza ou Dubrovnik – que criaram limitações para o número de turistas – Amesterdão seguiu outro caminho e decidiu adotar uma abordagem completamente diferente.
O cada vez mais popular destino holandês, que atrai mais de 14 milhões de visitantes por ano, tenta ser criativo e não proibitivo com as soluções para o excesso de turismo. «Somos uma cidade aberta e tolerante», disse GeerteUdo, diretora de turismo de Amesterdão, à CondéNastTraveler. «Como poderiam imaginar-nos a dizer ‘Não é bem-vindo aqui!’?», perguntou. GeerteUdo e a equipa do iamsterdam – que supervisiona o turismo da cidade – passaram os últimos dois anos a tentar levar subtilmente os turistas para longe das atrações mais populares, como o Red Light District e o MuseumQuarter. Para o conseguirem, usaram os dados armazenados no chip dentro do CityCard de Amesterdão – que dá acesso a várias atrações e transportes públicos gratuitos -, para analisar o com…

Cancro da mama: a dimensão social

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ISILDA PEGADO    OBSERVADOR    26.10.2017




Há uma nova forma de vida (com cancro) que deve ser acolhida socialmente. Não basta que cada um faça por si. Há que perceber que cada vez mais o cancro é uma realidade para largas faixas da população.



1 – O mês de Outubro é, internacionalmente,dedicado ao cancro da mama. Ao longo deste mês, organizam-se conferências, actos lúdicos, debates e muitos outros factos que chamam a atenção para esta doença que tanto preocupa e ocupa as nossas sociedades.
2 – Longe vai o tempo em que ter cancro era estigmatizante. Hoje convivemos com aquelas que passam por tal doença,com dor e sofrimento, mas de uma forma inclusiva, natural e desdramatizante

Estamos a educar pequenos independentistas

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CATARINA ALMEIDA      BLOG  FUNDAÇÃO MARIA ULRICH          26.10.2017


Estamos no meio de uma certa confusão. Ingleses a querer sair da Europa, catalães a querer sair de Espanha, homens e mulheres a quererem sair do seu corpo e, pior que isso, pessoas que se dividem entre “a favor” e “contra”. Tenho dado por mim a pensar que, na origem deste basqueiro, está uma ideia de educação que gostaria de chamar “safa-te!”.
No último século, uma certa educação aposta tudo para que a criança se torne numa pessoa adulta autónoma e independente, ou seja, que não tenha vínculos que a determinem nem a constrinjam. A antiga ideia da sociedade que corrompe o homem singrou e teve como consequência a educação de gerações na consciência da máxima “safa-te”. E, para se safar, uma pessoa tem de ser capaz de fazer tudo sozinha, sem depender de ninguém; quanto mais sozinho, mais valor tem!
Só que a educação “safa-te!” não previu os resultados deste individualismo e destas autodeterminações… As tais pessoas ind…

MAI divulga “post” em que Marcelo é considerado “o jumento do dia”

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Marina Pimentel    RR online    25.10.2017
A situação aconteceu dois dias depois do discurso de Marcelo Rebelo de Sousa ao país sobre os incêndios. Foto: António Pedro Santos/Lusa Uma página do Ministério da Administração Interna (MAI) divulgou, para todas as polícias e outros organismos estatais, um artigo onde o Presidente da República é classificado como “o jumento do dia”. A situação aconteceu dois dias depois do discurso de Marcelo Rebelo de Sousa ao país sobre os incêndios, que acabou por resultar na demissão da ministra Constança Urbano de Sousa. Numa página do Ministério da Administração Interna, onde todos os dias é publicado um resumo de imprensa com noticias relevantes do dia, foi publicado no dia 20 deste mês um link de acesso a um artigo do blogue “O Jumento”, onde Marcelo Rebelo de Sousa é classificado como “O jumento do dia”. O "jumento do dia" é uma tradição deste blogue. Resumo de imprensa do MAI, de 20 de Outubro Nesse dia, o resumo de imprensa tem logo à cabe…

António Costa 2.0?

MANUEL CARVALHO   PÚBLICO   25.10.2017

Costa errou e transfigurou-se porque a realidade lhe entrou pelos olhos dentro.



Não vale a pena continuar a “bater no ceguinho”. António Costa recebeu na semana passada a maior lição política da sua vida. E aprendeu alguma coisa. Aprendeu que a soberba o afasta da realidade. Deu conta que o país ainda conserva um mínimo de decência e de espírito de comunidade para reagir a governantes calculistas que, perante um desastre nacional onde portugueses morrem queimados nas suas casas ou nas ruas das aldeias, se preocupam principalmente em ficar ao longe para salvar a sua pele. Percebeu que, sendo cruciais, os dados da economia não valem tudo. E, talvez a maior lição de todas, deu conta que governar a sério, com responsabilidade e sentido de Estado, é muito mais do que cortar impostos, devolver salários ou passar a mão pelo pêlo da função pública; é uma função que exige rasgo, coragem e capacidade de tomar medidas urgentes, rápidas e duras para proteger …

Não interessa quem ficou mais chocado. “Chocado ficou o país” diz Marcelo

LEONETE BOTELHO   PUBLICO    26.10.2017

O chefe de Estado respondeu à manchete do PÚBLICO afirmando que o mais importante são as pessoas. Ao lado de Marcelo, ministro da Defesa foi questionado sobre o discurso do Presidente: “Estava a ver que não perguntava, não fiquei nada chocado”, disse Azeredo Lopes.


O Presidente da República afirmou nesta quinta-feira que “chocado ficou o país com a tragédia vivida” com os incêndios de Outubro. Foi a resposta directa à manchete do PÚBLICO sobre o facto de o Governo ter ficado “chocado” com a declaração ao país que Marcelo Rebelo de Sousa fez na passada semana.


“Há duas maneiras de encarar a realidade: uma é o diz que disse especulativo de saber quem ficou mais chocado, se foi A com o discurso de B, se foi B com o discurso de A. E depois há outra maneira que é perceber que chocado ficou o país com a tragédia vivida pelos milhares de pessoas atingidas”, disse Marcelo Rebelo de Sousa na Praia da Vitória, Açores.


“O país esperou uma palavra dirigida às v…